A maioria quase não tem painel de pilotagem. As telas e os mostradores ficam pequenos, e a cabine vira um quarto: o beliche numa parede, o sofá-cápsula redondo na outra, um traje espacial pendurado no armário aberto. Em quase todas tem alguém lendo, às vezes ao lado de uma preguiça de pelúcia com um livro só dela, e um bichinho se enroscou na colcha.
A mais quieta ainda não tem ninguém a bordo, só plantas, um tapete e uma porta com uma lua.









